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Refinando o TCC: Questões para a Escolha do Tema

19, agosto, 2009 Kaléu Caminha Sem comentários

Neste artigo trabalho a minha intenção em desenvolver como TCC um PSI (Planejamento de Sistemas de Informação) para instituições de área pública ou terceiro setor como escolas públicas, ONG’s ou outras organizações públicas (bombeiros, prefeituras, centro de zoonoses, etc).

Com a ajuda do colega de trabalho (e chefe) Eduardo Luz fiz algumas observações sobre pontos importantes a considerar antes de escolher o perfil da instituição a ser pesquisada.

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Fiar-con-Fiar

Este post é sobre Liderança, sobre mim e sobre o meu aprendizado.

Há tempos que quero falar de Liderança, mas não achava que tivesse algo realmente relevante para contribuir com esse tema, tão discutido, tão dito, tão definido, tão tanto que me perco tentando entendê-lo.

Hoje, estou tendo com um grupo de amigos a oportunidade de me colocar em uma posição de liderança, a oportunidade de assumir a responsabilidade que ser (estar) líder implica e encontrar formas de lidar com esse movimento, quero comentar aqui, um pouco dessa experiência.

A literatura parece estar em consenso sobre a liderança ser sempre uma atividade de influenciar e motivar um grupo de pessoas para que atinjam um determinado objetivo.

Roberto Tranjan, James Hunter e Stephen Covey (minhas principais referências) falam sempre em proatividade, servidão, responsabilidade, integridade, entrega e muita atenção aos colaboradores, a equipe, ao grupo.

Tenho tentado aplicar esses conceitos estimulando o máximo a pergunta, a participação, a tomada de decisão mas percebi (tristemente) o tamanho da minha resistência quanto a opinião do grupo, o quanto eu mesmo me fecho com as minhas próprias idéias e toda a opinião contrária me causa incomodação, impaciência, tenho vontade de jogar contra o outro todas as “maravilhosas” vantagens da minha idéia, e nesse processo, esqueço de ouví-lo, perco a portunidade de aprender com o que o outro viveu.

Como pude perceber esse meu comportamento cedo, tratei de entendê-lo e mudá-lo. Nas reuniões e discussões, antes de emitir qualquer opinião, faço o máximo esforço para buscar todas as vantagens das idéias dos meus colegas, e a cada vez que faço isso, minha opinião muda, sempre, ou fica mais completa, mais concisa, ou é completamente alterada. Me permito destruir meus conceitos a cada vez que me deparo com um significado diferente, e a partir disso, o reconstruo. Chamo esse movimento de Confiar.

Con-fiar, ou, fiar com, tecer junto, construir, criar em grupo. Tenho aprendido que esse simples gesto em relação às pessoas, de Confiar no que elas pensam, sentem, falam, enfim, expõe, me possibilita criar com elas, antes eu estava fiando sozinho, perdendo a possibilidade de construir algo muito maior com a colaboraçã de todos.

Aprendi, graças a grandes amigos, que não há nada mais bonito, nada mais prazeroso e gratificante do que Confiar, Fiar junto. Fazer parte de um todo que pode construir coisas incríveis. Um todo que se complementa e que cresce junto.

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A experiência de ter um Blog

Movimento Blog Voluntário

Aconteceu nos dias 24, 25 e 26 de abril o Movimento Blog Voluntário, como não pude participar nos dias estou me redimindo com este post no qual tento colocar de forma simples porque considero tão fantástica a experiência de criar um blog.

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Blog Colaborativo para o curso de Sistemas de Informação – Algumas conclusões

Tive a oportunidade há pouco mais de uma semana de conversar com a coordenadora do curso de Sistemas de Informação da UFSC e com o Prof. Mariani sobre uma idíeia que apresentei aqui mesmo, um blog colaborativo para o curso de Sistemas de Informação.

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Mitos da Indústria de software

Durante muito tempo, e ainda hoje entre profissionais pouco experientes no desenvolvimento de software foram cultivados alguns mitos que dificultam as estimativas de prazo e custo, a qualidade dos projetos e a especificação dos requisitos. Esses mitos estão em todos os envolvidos nessa indústria: clientes, desenvolvedores e gerentes.

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Paradoxo da Indústria de Software

Os Softwares são cada vez mais complexos, precisam ser desenvolvidos em menor tempo e possuem exigências mais precisas de qualidade. Esse paradoxo sempre existiu na indpustria de software e tem se mostrado valioso para o desenvolvimento científico e tecnológico da área, proporcionado também pelos grandes avanços na área de hardware. Precisamos então, discutir como atuar sob esse paradoxo. Abaixo são colocadas três formas básicas de lidar com esse contexto:

Abordagem metódica

A primeira forma é o uso de um modelo adequado de planejamento dos sistemas, assim como é feito nos demais campos da Engenharia. Esta solução representa a repetição de boas experiências anteriores e criação de métricas para acompanhamento do desenvolvimento.

Ferramentas (Automação)

Uma boa parte do desenvolvimento de sofwtare é gasto em tarefas monótonas como a criação de estruturas de classe do projeto para o código, a solução nesse caso pode ser o uso de ferramentas que automatizem o processo (uma IDE de desenvolvimento). Vale lembrar que tarefas monótonas quase sempre levam ao erro humano.

Reuso

Muitas das soluções em software possivelmente já foram desenvolvidas em contextos distintos, portanto, pode ser aproveitado, diminuindo em muito o tempo de desenvolvimento.

Conclusão

Existem diversas formas de possibilitar desenvolvimento de softwares mais complexos em menos tempo, porém, é válido se manter atento ao fato que as três soluções indicadas exigem planejamento e estudo, ou seja, tempo. É preciso saber equilibrar as soluções em busca do que for mais adequado para o seu projeto, tarefa que na maioria das vezes não é nada fácil.

Fonte:
Este artigo está baseado nas aulas da disciplina “Engenharia de Software” do curso de Sistemas de Informação pe,a UFSC com o professor Ricardo Pereira e Silva.

Rei, Guerreiro, Mago, Amante: A Redescoberta dos Arquétipos do Masculino

22, abril, 2009 Kaléu Caminha 1 comentário
A Redescoberta dos Arquétipos do Masculino

A Redescoberta dos Arquétipos do Masculino

Este livro está sendo uma das principais referências para a minha vida, trata das energias (dos arquétipos) predominantes no masculino e nos ajuda a entender melhor nossa essência. É totalmente baseado na psicologia Junguiana e em outras culturas como a xamânica e indígena.

Como este livro é difícil de encontrar a venda no Brasil estou disponibilizando uma versão em PDF pelo menos enquanto alguma editora não o publica novamente.

Espero que ele possa ser tão maravilhoso para vocês como tem sido para mim.

  REI GUERREIRO MAGO AMANTE (684,2 KiB, 387 hits)

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A poesia no Ciberespaço

10, abril, 2009 Kaléu Caminha 1 comentário

A internet já alterou a forma como trabalhamos, estudamos e fazemos amigos. agora, está alterando a forma também como construímos e lemos poesia. Quero apresentar duas iniciativas que exemplificam um pouco essa mudança.

O Álbum Palavra é uma ideia, escrever poesia através de hiperlinks, você navega entre o material do site, apenas pelas ligações de uma poesia com outra, é uma experiência bastante fascinante que permite ao leitor criar, quase que poeticamente, o seu próprio caminho, a sua própria poesia.

Álbum Palavra

Álbum Palavra

Já o Poesia Hoje, é um blog, talvez algo como a “bridge-blogging“, que busca nas conexões da rede o que os autores consideram mais bonito, mais relevante, mais interessante do mundo da poesia. É um filtro, uma seleção, uma forma de facilitar a vida para os que amam poesia mas não tem tempo para procurar algo relevante em 10, 20 ou 100 sites diferentes.

Poesia Hoje

Poesia Hoje

Conhece mais alguma iniciativa como essas?

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Desenvolvimento de Plugins para o Elgg.

8, abril, 2009 Kaléu Caminha 1 comentário
Elgg Brasil - Logo desenhada pelo Rômulo

Elgg Brasil - Logo desenhada pelo Rômulo

Olá pessoal, tenho trabalhado com a ferramenta Open Source para a criação de Redes Sociais, Elgg. E como forma de tentar explicitar o conhecimento tácito que venho adquirindo sobre este excelente sistema farei uma série de posts no meu blog dentro da comunidade elgg-brasil. Para quem se interessar uma boa é assinar o RSS ou melhor ainda, se registrar na nossa comunidade e ajudar o desenvolvimento de Redes Sociais de nicho pelo Brasil a fora.

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DIYCity – Cidade Faça Você Mesmo

Qual será o futuro das nossas cidades?

John Geraci não sabe a resposta mas nos propõe construí-la juntos. Ele dedicou os últimos seis anos de sua vida estudando formas de tornar as cidades melhores através de tecnologias web. Recentemente, ele criou o DIYcity, um site que convida as pessoas para reinventarem o espaço de suas cidades através de tecnologias web.

O DIYCity, ou “Do-It-Yourself City” propões á todos nós, juntos, costruírmos um conjunto de ferramentas livres que possam ser usadas em qualquer cidade do mundo, de forma customizada às necessidades locais. O projeto é ambicioso ao mesmo tempo que é fantástico e questionador, para facilitar o entendimento, fiz uma tradução simples da descrição inicial do projeto. Espero que gostem tanto como eu.

DIYcity: Como você quer reiventar a sua cidade?

Nossas cidades hoje são relíquias de um tempo antes da Internet. Serviços e infra-estrutura, criados e operados pelo governo, são gerenciados centralizadamente, de forma não participativa e fechada. Uma vez que este sistema era o único e melhor caminho para operar cidades de antes, hoje, se tornou ineficiente, cada vez mais caro na sua manutenção e lento nas mudanças.

O que é necessário agora é um novo tipo de cidade: uma cidade que é como a internet, é aberta, participativa, naturalmente distribuída e veloz, uma evolução orgânica – uma cidade que não é operada de forma centralizada, mas que é criada, operada e melhorada por todos – uma DIY City.

Este é o desafio DIYcity: nós podemos, trabalhando juntos, definir e construir uma versão 1.0 da “Do-It-Yoursekf City” (Cidade Faça você mesmo), uma cidade que opera com dados abertos fluindo através de ferramentas descentralizadas e de código aberto, que ativamente engajam os residentes da cidade não apenas como usuários mas como participantes e donos do sistema?

Nós podemos construir isto não apenas para as nossas pŕoprias cidades, mas para cidades em qualquer lugar? Nós podemos construir um conjunto de ferramentas abertas que qualquer cidade, em qualquer lugar do mundo, poderá acessar, modificar para suas próprias necessidade, e implementar sobre seus pŕoprios termos?

Nós podemos construir isso em um ano? Em seis meses? Em três meses?

Vamos começar?